Simples como Viver

09/02/2010

Discovery kids…

Arquivado em: Trabalhar em Casa — luike @ 20:52

Trabalhar em casa significa lidar com mil coisas ao mesmo tempo. Limpeza, arrumação, refeições, trabalho, educação, atenção e passatempos para a filhota. A Dani está com 3 anos e 11 meses, com energia de sobra e moramos em um apartamento de 55 metros quadrados, em Curitiba (onde o clima é extremo – extremamente quente ou extremamente frio, extremamente seco ou extremamente molhado!) e, para minha sorte temos o Discovery Kids que distrai a Dani enquanto preciso trabalhar.

Estou em um daqueles dias que não venço fazer todo trabalho que preciso fazer, e trabalhar em casa exige uma disciplina imensa. Mas, mesmo tendo um monte de coisas a fazer, brinquei de Barbie, desenhei e assisti ao Discovery Kids. Que, sinceramente, foi o que salvou o meu dia, porque a cada meia hora passa um desenho diferente, o que prende a atenção da pequena!

Às vezes me pergunto se não deveria dar uma cortada na televisão. Mas fica impossível trabalhar, sem ter quem me ajude com a Dani e ainda brincar (porque sem televisão ela que atenção integral!).

E você, o que faz para distrair seus filhos quando tem milhões de coisas a fazer?

Beijos

07/02/2010

29/01/2010 – Ainda em tempo…

Arquivado em: Filhos — luike @ 0:48

Um dia muito especial! Hoje soubemos que nossa outra jóia é uma menina, Alice. Eu fiquei muito feliz, sempre me perguntei se saberia ser mãe de menino. Mas, aparentemente, fui a única. O Daniel estava louco para que fosse um menino, e a Daniela ainda não aceitou que o “irmãozinho” agora é uma irmã.

Enfim, é uma menina grande e forte, muito saudável!  E para completar minha alegria, hoje mostrei para a Dani seu primeiro arco-íris! Nossa, foi lindo! Os olhinhos dela brilhavam, ela ficou encantada. Tirei ela do banho para mostrar, nossa… A expressão do rosto dela foi única, encantamento, dúvida. Mas ela não falou nada, apenas olhou.

Estamos em fase de produção de paciência, muita paciência. A Dani tem estado muito rebelde (não imaginava que aos três anos uma criança seria assim), ela faz de tudo para contrariar, enfrenta e responde. Tudo ela vai matar ou destruir. Enfim, é um ciúme da irmã, eu sei, mas como é difícil lidar com isso. Eu cobro do Daniel paciência com ela e, às vezes, me pego brigando (é lógico que existe uma diferença bem grande – ele briga na primeira mal criação, eu estouro depois que meu vocabulário já esgotou). Hoje ela estava muito rebelde, e eu perdi a paciência mesmo, briguei, segurei o braço… E agora, que chegamos em casa ela está deitada na cama, depois de ter tomado banho sem um choro, cortado e pintado as unhas, jantado bem e tomado todinho. Juro que se alguém vê, diz que sou um monstro exagerado por reclamar da rebeldia dela.

Mais uma vez afirmo, minha filha sente falta de nós duas em casa, sente falta do banho tranqüilo às 19h, sente falta da janta na mesa com a mãe, sente falta de deitar comigo na cama e conversar até o soninho chegar, ou de ouvir sua história com a vela acesa…  E isso me dói, pois eu sei que somente eu posso ajudar minha filha a lidar com a vinda de uma irmã, e sei também que ela está clamando atenção.

O que me tranquiliza é que a partir de sexta feira eu serei só dela, ficarei em casa o dia todo com ela, e então, poderemos nos entender novamente!

06/02/2010

E finalmente meu relato de parto…

Arquivado em: Relato de Parto, Uncategorized — luike @ 3:37

Era dia 26 de julho de 2005, uma segunda-feira fria e ensolarada. Lembro bem de estar repousando do almoço com minha mãe ao sol quando comentei que achava que meu problema nos ovários haviam voltado, afinal, minha última menstruação havia sido em 19 de junho e até o momento ela não tinha dado o ar da graça. Eu estava sem tomar o anticoncepcional porque havia esquecido o dia de iniciar nova cartela, estávamos em Barra do Ararapira e a última coisa que pensei foi levar a cartela nova. Nesse dia minha mãe me perguntou se eu estava normal e prontamente respondi que sim, tirando a dor insuportável nos seios, as cólicas (que para mim eram um sinal de menstruação á vista) e o sono, estava tudo bem. Ela disse “Você está grávida, está com uma luz!” Tá bom! Imagine, eu grávida? Não! Ou sim? Liguei para o Daniel na hora e falei para levar um teste de farmácia para casa pois existia uma possibilidade remota de realmente estar grávida.

Passei o dia catatônica, viajando em meus pensamentos. Quando cheguei em casa, fui abrir a porta e ela estava fechada por dentro com a trava. Ué? Comecei a gritar para o Daniel, nunca ele fechava a  trava. Quem abriu a porta foi uma menina, e depois mais uma, e outra e outra… Cinco meninas no total! eu havia esquecido que o Daniel cedeu nossa casa de abrigo para elas durante o congresso que organizamos. Ok, não era um bom dia para isso. Cumprimentei e me tranquei no quarto até o Daniel voltar. Acredito que elas devam ter ficado horrorizadas com minha falta de educação (que depois foi esclarecida). Quando o Dani chegou eu tive um surto, literalmente um surto! Chorei, acho que até bati nele, não lembro mesmo. Mas lembro de ter dito que tinha medo que ele fosse igual ao pai dele e que não queria que meu filho sofresse tudo que ele sofreu (me arrependo amargamente dessa parte!). E, depois de tudo isso, aqueles olhos castanhos escuros me olharam bem fundo e ele disse “Agora nós somos três, e tudo bem!”. Sabe quando você é criança e dorme de tanto chorar, aquele sono gostoso, renovador? Eu dormi no colo dele assim!

No dia seguinte acordei junto com ele, 6h da manhã. O Dani saiu e eu fui para o banheiro fazer o teste. As duas tirinhas vermelhas só faltaram piscar! Eu estavagravidíssima! E todo o medo da noite anterior? Eu estava chorando e rindo sentada no vaso, afinal eu iria ser mãe… De verdade! Sai do banheiro ao prantos, não sei o que senti, estava feliz! Conversei com as meninas e descobri que uma delas tinha uma filha e que havia engravidado com 17 anos. Conversei muito com ela e fiquei mais tranquila.  7h liguei para o meu pai e contei, e logo o meu telefone não parou mais. Ele contou para minha mãe e meus irmãos (foi tão lindo ouvir a vós de todos chorando no telefone). Bem, mas faltava avisar o pai, afinal o Dani tinha saído antes de fazer o teste!

Meu pai veio aqui em casa 40 minutos depois que liguei para ele, e foi me deixar na PUC onde o Daniel estava. Parecia que de uma hora para outra eu era uma porcelana – Cuidado hein, coma direitinho e não corra! – e como são recomendações de Pai, a gente segue à risca! Bem , entrei no Bloco Verde e vi o Dani de longe. Saí correndo (sempre fui teimosa) e pulei no pescoço dele, que se virou e soltou um súbito – DEU NEGATIVO!? – Não amor, você vai ser papai!!! Ele pensou e saiu, falou para cada pessoa que passava por ele que ele iria ser pai! Nossa, ele falou feito uma matraca naquele dia! Estávamos felizes, toda a família comemorando. Foi legal!

Tive uma gestação muito tranquila, perfeita diga-se de passagem! Tirando o fato de não ter conhecido as pessoas certas e não ter buscado as informações corretas. Sempre tive medo de sentir dor, e com o parto não era diferente. Tinha medo de não querer nem olhar o bebê após o parto. Meu obstetra não me esclareceu nada em momento algum. Ele só concordava, realmente, pra que sentir dor? Enfim, ao final da gestação ele dizia que realmente eu não poderia ter um parto pois o bebê era muito grande e teria muitas consequencias negativas. Ok. Acreditei e usei isso como muleta!

Com seis meses soubémos que estávamos esperando uma menina, DANIELA. Sim, pelo pai! Na ultrasonografia apareceram as duas bolinhas brancas que ele tem na bochecha e tive certeza que esse nome era perfeito!

Bem, médico decidido, paciente apavorada, cesárea marcada! Eu teria a Daniela na sexta feira, dia 10 de março ás 9h da manhã. No dia 9 de março meu obstetra me ligou dizendo que o cento cirúrgico estava lotado e que teríamos que transferir a cesárea para o sábado, dia 11 de março. Ok, fazer o que né? A Daniela nasceria dia 11 de março às 9h da manhã. Dei entrada no hospital às 6h da manhã, minha sogra nos levou para a maternidade. Fiquei até às 10h esperando que fizessem minha internação, quando meu pai chegou e rodou a baiana, minha internação saiu! Eu já estava roxa de fome. Fui para a suíte e me preparei… Estava apavorada, não fazia idéia do que iria acontecer. Fiz meu último xixi às 11h e fui levada ao centro cirúrgico. Não senti dor com a aplicação da anestesia, mas fiquei assustada quando minha perna que estava dobrada caiu e não parecia mais parte de mim. E ai fiquei, esperando o abate!

Olhei nos olhos do Daniel e perguntei – Será que ela vai ter cabelinho para colar os lacinhos? –  Ele brincou – Vamos fazer um bolão! – Foi quando o obstetra ochamou para ver a Daniela ser tirada de dentro de mim. E eu ouvi aquele primeiro choro ( nunca vou esquecer!) e o Daniel disse – É o cabelão! – Quando a pediatra veio me apresentar minha filha (parecia uma estranha que precisava ser apresentada a mim!) chorei, ela tinha cabelos entrando nos olhos, cabelos pretos, não parecia uma recém nascida de tanto cabelo. Ela chorava forte, alto… E foi levada, para bem longe, foi aspirada, vacinada, violada… Nasceu com 42.5cm e 2.375Kg (tamanho e peso de bebê pré-maturo), nasceu de 39,5semanas, mas não estava pronta para nascer ainda. Como doeu o tempo em que fiquei ali, deitada, sendo costurada e ouvindo seu choro, longe… Ela voltou, embrulhada feto um charuto. O anestesiologista fez o favos de tirar o aparelho de pressão do meu braço e o respirador da minha boca para que eu pudesse beijá-la e tocá-la. Quando me apresentei formalmente – Oi, eu sou a mamãe! – ela parou de chorar e abriu os olhos, ela me reconheceu! Nos apaixonamos! Apesar de tudo ela sabia quem eu era. As avós e o dindo estavam no aquário vendo tudo, emocionados. Fiquei ali, uns cinco minutos com minha filha, e novamente ela foi levada!

nos reencontramos depois de não sei quanto tempo, na sala da observação. Ela foi colocada em meu braço, chorando muito. E eu ali, paralisada da cintura para baixo, chapada da anestesia e apavorada. Fui levada para o quarto e só lembro de ter toda a família ali, tendo certeza que eu estava bem. Não sei o que aconteceu a tarde, lembro da enfermeira entrar com a sopinha no prato e dizer que eu precisava comer. Comi e logo em seguida outra enfermeira veio me dizer que eu precisava tomar banho.  - Sério? Tudo bem! – Levantei com a ajuda do Daniel e juro, achei que ela me ajudaria, pois eu mal ficava em pé sozinha. Não, ela me deu a toalha e ficou me ollhando. eu olhava a água escorrendo pelo chão e não sabia de onde vinha aquele sangue todo, se era do corte, do útero, sentia o corte e os pontos. Juro, foi a pior sensação da minha vida. Isso me deixou nervosa e quando saí do banho comecei a passar mal. Vomitei toda a sopa e mais um pouco, quase desmaiei. O coitado do Daniel estava apavorado, pois eu estava branca. Logo em seguida a Daniela engasgou e quando olhei ela estava espumando pela boca. Chamei a enfermeira e ela foi levada para aspirar novamente. Fomos transferidos para outro quarto e lá ficamos. Fui fazer xixi novamente às 4h da madrugada, depois que a enfermeira disse que se eu não fizesse xixi iria colocar sonda em mim. Eu já estava sentindo tanta dor, fiquei com medo de doer mais e me tranquei no banheiro, liguei a torneira e o chuveiro e fiquei sentada no vaso tentando até que o xixi saiu e depois de 15 minutos saindo sem parar voltei para a cama. O Daniel estava exausto, pois a noite toda ele me levantava e me deitava, pegava a Dani para mim e colocava no berço novamente. No dia seguinte o circo abriu e veio TODA a família visitar. Não, eu não dormi a noite toda e passei o dia fazendo sala, com dor, com gases e inchada. A Daniela pegou o peito bem direitinho e mamou muito! Recebi a visita de dois casais de amigos que me deixou muito feliz, uma amiga queria trouxe o mapa astral da Dani e até hoje leio e fico feliz pela Estrela ter nos dado de presente o mapa! No dia seguinte eu estava me arrumando para ir embora, já tinham passado as 48h e eu queria minha casa. A pediatra foi ver a Dani e disse que ela estava muito amarela, mas que era estranho porque icterícia não aparece tão cedo assim. Tirou sangue do bracinho dela e mandou para análise. A tarde veio nossa primeira notícia ruim: não receberíamos alta, ela estava com icterícia ABO e se não baixasse iriam fazer transfusão na Daniela. Meu mundo caiu, eu ficaria sozinha com ela a noite, pois ela seria internada no meu lugar e eu receberia alta. Mas como ela ficaria no quarto eu poderia ficar 24h com ela. Ok! Força e vamos em frente. Na terça feira a pediatra (delicada como um cavalo) veio examiná-la bem cedinho e me deu a segunda notícia ruim – “Mãezinha (odeio esse termo), a bebê tem um sopro no coração e temos três possibilidades: ou ela terá que ser operada, ou trataremos com medicação, ou esperaremos que o buraquinho que provoca o sopro feche. Vou pedir um exame de emergência e vocês vão de ambulância fazer!” – e ela saiu da sala. Assim, como se tivesse me dito que estava chovendo lá fora. Eu desabei! O Daniel exatamente nessa hora me ligou para saber se eu queria alguma coisa da rua, e quando contei ele também desabou! Fiquei em pânico, como assim? Por que com minha filha? Ela é tão pequenina? Por que não comigo? Enfim, o exame ficou para o dia seguinte. Nessa noite, as avós ficaram até terminar o horário de visitas e ficaram com ela no colo, mesmo eu pedindo que ela voltasse para a fototerapia. Resultado: a bilirrubina dela subiu e a médica me deu uma chamada bem feia! Proibi que a pegassem do berço, só eu a pegava para amamentar e trocar, dar carinho e beijinhos. Mais ninguém!

No dia seguinte fomos de ambulância fazer o exame do coração, senti muita dor na ambulância mas fui muito bem tratada pelos paramédicos. Na clínica do exame vi um bebê roxinho, qe tinha cinco meses mas era quase do tamanho da Dani, já tinha sido operado e estava fazendo exames pré-operatórios. Mais medo, eu e o Daniel nem conversávamos de tão assustados que estávamos. Fizemos os exames e estava tudo bem. Ela tinha um CIA e um CIV, dois buraquinhos que deveriam ter fechado até o segundo dia de vida extra-uterina da Dani e não fecharam (pela prematuridade do parto dela) e teríamos que acompanhar trimestralmente a evolução desse probleminha.

Voltamos para o hospital mais tranquilos. Mas ainda abalados. Passamos a quarta e na quinta feira tivemos alta. Não acreditei quando cheguei em casa e fui apresentar a casa para a Dani. Logo meus pais chegaram com uma panelona de pressão de canja (que as outras visitas devoraram e eu fiquei sem nada).

Mas a sensação que tive foi de que agora, a nossa casa estava completa. Parecia que até então nossa casa era vazia, e só ficou completa com a Dani ali juntinho de nós. Essa tarde foi a primeira em que tive minha filha em meus braços sem medo, sem ter que devolvê-la ao berço, sem ter que tirar sangue. Éramos somente nós três no sofá nos namorando!

Arquivo pessoal de Luciana Ivanike

Na primeira foto, Daniela após o nascimento;

Na segunda foto, Daniela na fototerapia;

Na terceira foto, a boca mais perfeita do mundo (fototerapia);

Na quarta foto, Daniela e seu cabelo depois do mama;

Na quinta foto, Daniela em seu primeiro dia em casa!

02/02/2010

Quem nos prepara para a vida?

Arquivado em: Vida — luike @ 20:04

Como é difícil, casamento, filhos… Ninguém nos prepara para isso. A escola não nos prepara emocionalmente para a vida. Quem deveria fazê-lo?
Devemos aprender vivendo? Por que os casais se separam?
Sim, já pensei em separação, em um momento de muita raiva. Mas só pensei. “Nossa” vida é maravilhosa quando está tudo bem. Eu, ele e nossa filha… Nossa vida! Sabe, outro dia ouvi uma coisa que me fez pensar “Por que essa pessoa é casada, se pensa assim?” – essa pessoa disse “Não abram conta conjunta, as pessoas acham que só porque casam acham que tem uma vida em comum, e não é assim. Cada um tem uma vida separada, porque dividir tudo?”… Porque essa é a magia! Porque, mesmo passando por maus bocados, não imagino minha vida sem essas pessoas que são minha vida. Porque amo dividir meu chocolate de Gramados, porque amo dividir uma cama de casal em três (por enquanto, logo dividiremos em quatro), porque amei fazer nosso primeiro planejamento anual com meu marido, porque amo o brilho nos olhos da minha filha quando digo “Hoje a mamãe vai ficar em casa com você”e ela diz toda feliz “E a gente vai brincar né mãe, e vai fazer comidinha e andar de bicicleta!”, porque agora são 1:01 da madrugada e estou sozinha em casa, trabalhando e sentindo uma saudade imensa da minha filha e do meu marido, e pensando que eles são o sentido da minha vida. E ainda pensando que em breve mais uma pessoa chegará para me fazer mais feliz, com um sorriso banguela ou um choro desesperado pelo meu colo! Mesmo não tendo aprendido a viver com ninguém, minha vida é perfeita e eu amo viver essa vida dividindo tudo com quem eu mais amo!

27/01/2010

Tempos de mudança…

Arquivado em: Trabalhar em Casa, Trabalho — luike @ 15:41

Tenho pensado muito em mudanças. Mudanças nunca são boas, afinal, mudar é difícil. porém, os resultados podem ser os mais variados.

Decidi optar por mudar algumas coisas, talvez seja isso que falta em minha vida: MUDAR! Começamos a mudar no início do ano, fazendo nosso primeiro planejamento anual (que inclui até o financiamento de uma casa) e cumprindo algumas metas. Minha próxima mudança é cuidar da minha vida pessoal e profissional. Que tal fazer algo gratificante, que me dê prazer e me proporcione momentos agradáveis com minha família?

Trabalhar em casa é minha opção por “N” motivos, mas principalmente para garantir minha satisfação e reconhecimento (isso deixa qualquer pessoa feliz :P ). Tenho diminuído meu ritmo, algumas coisas não podem ser feitas e ficam ser fazer mesmo, não estou mais me cobrando tanto. Estou me desligando, o que não depende de mim simplesmente não depende de mim, e pronto! Tenho me preocupado em não deixar louça na pia, pois isso me deixa bem. Tenho me preocupado com o lanche e a janta da Dani, isso também me faz feliz.

Tenho procurado estabelecer meu blog e cuidar do meu mundinho virtual.

Tenho pensado muito na minha vida, e percebi que marquei passo por muito tempo, deixei meus sonhos e meus hobbys pelo sonho de outras pessoas, e o pior, permiti que elas me convencessem de que era aquilo que eu queria. E não era!

Demorei para perceber que ODEIO ser comandada e, por isso, acredito que vá ser muito feliz tendo um negócio próprio. E assim espero!

Beijos

11/01/2010

E eu achei que ficaria mais fácil…

Arquivado em: Educação, Filhos — luike @ 19:15

… à medida que a Dani fosse crescendo. Achei que ela ficaria mais acessível e compreensiva. MAs ela tem se mostrado  uma pessoa de gênio muito difícil, nossa… Tenho penado para lidar com ela.

Ela tem rompantes de mau humor (sim, aos 3 anos e nove meses ele tem isso), grita, chora, esperneia e vai para o quarto brava. De repente ela volta um doce, como se nada tivesse acontecido. E vou contar, tenho que contar até 100 antes de surtar. Mas, como humana que sou, ás vezes minha paciência chega ao fim e aí o bicho pega.

Ontem tivémos dois episódios que me deixaram maluca:

- No carro (se é que fusca é carro, porque para a Dani, Fusca é Fusca e carro é carro) ela começou a ter chiliques, gritar e me responder, chutar meu banco e gritar mais. Falei algumas vezes para ela parar e depois para ela não me responder. Quando explodi, virei para trás e deu um tapa na boca dela (que o conselho tutelar não me leia). Imaginem como fiquei (sou contra bater, completamente), tive vontade de chorar, mas me contive e falei para ela nunca mais me responder. Ela voltou a ser a minha Dani, que me chama para comer a comidinha dela na casinha e chama o pai para montar avião de Lego.

- Na hora de dormir, fomos colocar o pijama e recomeçou o chilique. Gritou, chorou e esperneou. Tentei conversar, fazer carinho no colo e nada acalmava a menina que não queria colocar o pijama. Até que em certa altura ela olhou bem séria para o Pai e disse “Cala a boca”. Nossa. Acho que fiquei até vermelha, na hora meu marido deu um tapa na bunda dela e disse para ela não falar assim nem com ele e nem com ninguém. Ela se acalmou e colocou o pijama.

Enfim, não sei o que está acontecendo com ela. Às vezes penso que pode ser ciúmes do irmão, mas não dou motivos para isso. Tenho mostrado que a vinda de um irmão é bom para ela, que ela vai ganhar um irmão e amiguinho, tudo sempre em torno dela. Tenho passado mais tempo com ela, em casa, brincando e vendo filminho. Tomamos banho juntas para ficarmos conversando e brincando… Juro que estou perdida! Sempre odiei criança sem educação, e é assim que ela está. Parece que não ensino nada para ela. Ela dormiu na casa da Tia Avó de sábado para domingo, e voltou assim. Não sei se tem relação, mas agora vou ficar bem de olho, porque sei que lá ela faz o que bem entende. Mas daí vir para casa e achar que pode se comportar como lá… É outra história!

Bem… Ajudas são muito bem vindas!!! HAHAH

Beijos

06/01/2010

Stress gestacional…

Arquivado em: Gravidez, Stress, Trabalho — luike @ 11:30

Voltando para assoprar o pó do meu cantinho preferido!
Nossa, que falta me faz escrever. Nessa minha fase grávida, sensível e chorona então…
Mas o que está me deixando mal é o stress mesmo. Estou cansada de tudo. Sabe aquele momento mãe, em que tudo que você mais quer é arrumar seu ninho para a chegada de um filhote? E arrumar o ninho inclui arrumar a vida. Deixar tudo bem organizadinho para quando o rebento chegar você poder se preocupar em amamentar, curtir o filhote mais velho (que precisará de mais carinho e amor do que sempre) e amar muito os filhotes… É assim que me sinto! Sinto falta de mim, sinto falta da MINHA vida. Infelizmente ela se transformou em trabalho. Acordo pensando no que preciso fazer, entregar, cobrar, comprar, contratar, responder… Nada meu! Os meus trabalhos estão atrasados, acumulados, porque infelizmente meu dia tem apenas 24 horas e gosto de passar, pelo menos, uma hora dessas 24h com minha filha. E vou falar, tem sido pouco! Ela sente minha falta e eu sito falta dela.

E estou cansada de delegar os cuidados dela aos outros. Tudo bem que vó cuida, mas estou incomodada demais com isso. às vezes falam dela como se soubessem mais dela do que eu (pode ser ciúmes) e isso é errado, afinal, eu soou a Mãe! Como assim “Ela não gosta disso?”… Vir falar para mim do que minha filha gosta?
Tudo bem… Estou exagerando! Mas estou grávida, e como disse minha cunhada “SE PERMITA”, e vou me permitir exagerar SIM! Afinal, estou fazendo a coisa mais séria e importante que existe: estou gerando uma vida! Estou me preparando para um lindo parto natural na água! Estou preparando minha família para a chegada de um bebê!
E é dessa preparação que dependerá a felicidade da minha família!

Beijokas

16/12/2009

De volta e com novidades…

Arquivado em: Educação, Filhos, Gravidez, Trabalho — luike @ 13:23

Depois de um tempinho ausente, volto para contar as novidades:

- Daniela teve um ano maravilhoso na escola. A evolução física dela foi muito forte e refletiu diretamente na forma como ela fala e desenha. E, a partir do próximo ano ela estará na turma do GRANDES. Imaginem o quanto ela enche a boca para contar que agora ela é GRANDE!

- Estamos cheios de trabalho (isso já não é novidade!), e ão teremos férias de fim de ano. Vamos tentar dar uma escapulida para a praia no ano novo. Quero muito que a Dani curta uns dias de mar!

- E a novidade mais nova: ESTAMOS GRÁVIDOS! Há uma semana soubemos que a Dani ganhará um irmão (ou irmã). Estamos de seis semanas e está previsto para agosto. Então, deixo aqui meu convite, visitem Minha Gravidez e saibam a quantas anda esse bebezinho que tem deixado a mamãe sem comer e sem dormir!

BEijokas

27/11/2009

Coleção Disney-Pixar para Ler e Ouvir.

Arquivado em: Abril, Coleção Disney — luike @ 20:09

Não sei quantas vezes já contei aqui que a hora de dormir na minha casa é maravilhosa. Nos reunimos no quartinho da Dani, chamamos a Fadinha da Luz para acender nossa vela e começamos nossas aventuras. Enquanto
eu leio, a Dani e o pai ficam ouvindo, imaginando até que o soninho chega.

Vou confessar que às vezes tenho vontade de ouvir e não de contar a história da noite.

Por isso, fiquei encantada ao saber que a Editora Abril está lançando a Coleção Disney-Pixar para Ler e Ouvir. A coleção trás os clássicos dos desenhos para páginas coloridas acompanhadas de um CD que narra com efeitos e vozes cada um dos personagens das histórias. O primeiro fascículo é de Procurando Nemo, e vou contar, estou ansiosa para adquirir esse volume pois assisti centenas de vezes o filme (até hoje sei todas as falas e as músicas!). A Dani, que já visitou o site comigo, está aguardando ansiosa UP Altas Aventuras e Ratatouille, filmes que ela adora!

Achei essa iniciativa de Livro+CD fantástica, pois aprendi a ler com um livrinho que vinha com um Mini Vinil, que eu ouvia o dia inteiro (meu pai ainda lembra da história). E eu adorava as vozes dos personagens! Espero que a Dani também curta e se delicie com essa nova coleção que vai para sua biblioteca!

Deixo essa recomendação, Acho que os pequenos vão amar (e os pais também! RS).

Beijokas

20/11/2009

Ganhei o dia!

Arquivado em: Uncategorized — luike @ 19:07

Precisava compartilhar…

Acabo de receber uma ligação do meu chefe, que está fechando trabalhos em João Pessoa.

E recebi mil elogios! E, uma proposta de renegociação de salário! não é demais.

É o que eu digo, faça sempre seu melhor, não pelo seu chefe, mas por você e pela empresa!

 

BEijokas

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